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Marionetas que guardam o tempo – uma viagem ao mundo das marionetas de animação portuguesas MONSTRA | Festival de animação de Lisboa

Há 100 anos era lançado o primeiro filme de animação português que se conhece (O Pesadelo de António Maria, Joaquim Guerreiro, 1923). Sob o signo deste centenário, a 16ª exposição da Monstra no Museu da Marioneta propõe uma viagem ao tempo passado e presente do cinema de animação português.

Do presente e futuro muito próximo são mostradas peças de filmes recentíssimos: o ainda inédito de Joana Imaginário, A casa para guardar o tempo, com estreia mundial agendada para a edição deste ano da Monstra, e O casaco rosa, de Mónica Santos, em competição no festival. Ambos os filmes têm características muito particulares: todas as marionetas de Casa para guardar o tempo foram feitas em papel e todas as personagens do filme de Mónica Santos são… casacos.

Na exposição podem ver-se também marionetas, cenários e acessórios de outros filmes de animação portuguesa realizados por José Miguel Ribeiro, Bruno Caetano ou Vítor Hugo. O Museu da Marioneta vai ser assim, entre 23 de fevereiro e 23 de abril de 2023, A casa que guarda o tempo do passado, do presente e do futuro da animação em stop motion feita em Portugal.

MONSTRA – Festival de Animação de Lisboa